Slide # 1

NOSSA ESCOLA

Slide # 2

REFEITÓRIO

Slide # 3

QUADRA ESPORTIVA

Slide # 4

LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

Slide # 5

PÁTIO DA ESCOLA

Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

I Mostra do programa mais educação

Na última sexta, dia 27 de setembro, aconteceu na SEMED a primeira mostra do programa mais educação com a participação de 75 escolas da rede municipal de 04 escolas da rede estadual. A escola Martinho Motta da Silveira que atende ao programa com a coordenação da professora Sheron Ruth Gonçalves Ramos, marcou presença com a exposição das ações desenvolvidas e apresentação do grupo de dança.
















terça-feira, 5 de abril de 2011

O Bullying fere o direito a dignidade


Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.

Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP


Fonte:http://www.brasilescola.com 

Como sei que o meu filho está a ser vítima de maus-tratos psicológicos?


Sempre que notar alterações no humor do seu filho, abatimento físico e psicológico, sem paciência para nada, mais alheado da família do que de costume, mais introspectivo, com piores resultados na escola, com queixas físicas permanentes (dor de cabeça, de estômago, fadiga), irritabilidade extrema, inércia. Se bem que muitos destes sintomas possam ser confundidos com a adolescência, é necessária uma atenção redobrada…

Sinais de alerta da violência infantil


Ira intensa

Ataques de fúria
Irritabilidade extrema
Frustrar-se com frequência
Impulsividade
Auto-agressão
Poucos amigos
Dificuldade para prestar atenção
Inquietude física



 Fonte:http://www.portalbullying.com.pt

terça-feira, 1 de março de 2011

Educação: responsabilidade conjunta

Educação: responsabilidade conjunta Imprimir

Escrito por Priscila Callegari   


 No princípio de mais um ano letivo, os educadores não esperam somente pelos alunos, mas também por seus pais ou responsáveis que atuam simultaneamente no intrincado processo de educação das crianças e da própria juventude. Na atual conjuntura, inegavelmente, uma das teses mais difundidas é a do psiquiatra e educador Içami Tiba que reitera a necessidade de reeducação dos pais, diante do comportamento da turma que começa a rumar para os educandários.
 Segundo Tiba, um princípio fundamental revogado pelos pais é de que o primeiro sim é antecedido de muitos nãos, num reflexo de um paradigma educacional em que os genitores ou responsáveis entendem que pertenceram a um regime educacional ortodoxo e castrador diametralmente oposto ao modelo demasiadamente hipersolícito e permissivo que confunde felicidade filial com  um acesso irrestrito à indústria de consumo e aos valores voláteis de um mundo repleto de ilusões.
 Designados por Içami Tiba como parafusos de geléia, as crianças educadas neste sistema acabam penando mais no momento de adaptação à engrenagem social e às atribuições inerentes a cada profissão.Tudo começa, conforme o renomado educador, em situações domésticas e corriqueiras, como quando um dos pais prega um daqueles sermões recalcitrantes no filho que não arrumou a cama, se esquecendo de abreviar a retórica e convidá-lo para se dirigir ao quarto e lá executar a operação em conjunto.
 Portanto, os parafusos de geléia precisam de exemplos, porque enquanto as palavras ensinam ou convencem ou comovem, aqueles arrastam, segundo um provérbio árabe.